O técnico Leonardo Jardim pode estar enfrentando pressão por resultados, mas há algo que precisa ser reconhecido no seu trabalho: a meritocracia dentro do elenco do Cruzeiro. E o recente afastamento de Dudu do time titular é mais um exemplo de que, com ele, nome não é garantia de vaga.

Dudu até começou o ano com boas atuações, mas caiu de rendimento nos últimos jogos e reclamou publicamente do treinador. Jardim, ao invés de bancar o atacante pela história recente ou pelo clamor da torcida, fez o que muitos treinadores evitam: tirou quem não estava rendendo.

A mesma postura firme foi adotada com Gabigol, a maior contratação do Cruzeiro na temporada. Mesmo com todo o peso do investimento e do nome, Gabigol foi parar no banco quando seu desempenho caiu, reforçando que, sob o comando do português, quem joga é quem entrega dentro de campo.

Com Gabigol, parece que deu certo. Após ficar algumas partidas no banco, ele foi o melhor do time diante do Palestino, na minha visão.
Leonardo Jardim pode estar ajustando a equipe aos poucos, mas sua mensagem já está clara para o elenco: ninguém é intocável. E para um clube que busca se reconstruir com seriedade, essa é a postura certa.

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