Técnico do Cruzeiro, Paulo Pezzolano, revelou em entrevista que chegou a ser sondagem para comandar a Seleção Uruguaia de Futebol neste ano antes de assumir o Cruzeiro.
A revelação foi feita ao jornal Ovación, do Uruguai, no último fim de semana, antes do clássico com o Atlético-MG. O treinador, somente pelo contato, demonstrou bastante felicidade ao ser lembrado.
Houve sim um contato. Me consultaram, mas muito por alto. Não avançou para mais detalhes. Imagine para mim isso. Uma loucura porque, com 38 anos, estar entre os cinco ou seis candidatos a seleção do seu país é algo muito forte.
Paulo Pezzolano
Pezzolano era uma das opções para substituir Óscar Tabárez, que deixou o cargo da seleção uruguaia após campanha ruim nas Eliminatórias da Copa do Qatar.
Ele chegou ao clube mineiro recomendado por Paulo André, que havia jogado com ele no Athletico-PR e acompanhou o trabalho dele no Pachuca, do México, e o observava para, quem sabe, levá-lo ao Valladolid, o outro clube de Ronaldo.
Grande dia para o Cruzeiro! Justiça determina que Wagner Pires pague grande quantia ao clube. Confira
A justiça de Minas Gerais condenou Wagner Pires de Sá a pagar R$ 150 mil. A sentença é da ação iniciada pela Raposa para cobrar o ressarcimento de valores que teriam saído dos cofres do clube para honorários advocatícios, contratados pelo ex-presidente durante a investigação criminal que concluiu que houve irregularidades na gestão do Cruzeiro.
Vale lembrar que a decisão ainda cabe recurso para a defesa do ex presidente. A decisão entendeu que Wagner Pires de Sá teve um flagrante ato de conflito de interesses sob a presidência da raposa.
É manifesto o conflito de interesses no caso em tela, configurando ato ilícito praticado pelo réu (Wagner Pires de Sá) que, na condição de investigado por prática de crimes, em tese, pagou os honorários de seu advogado com o dinheiro daquele que se posicionava (Cruzeiro), em princípio, na condição de prejudicado/vítima.
Durante o processo, a defesa do ex presidente da raposa requisitou a improcedência do pedido, afirmando haver “inexistência de irregularidade no contrato de prestação de serviços advocatícios” e que “nunca houve irregularidade nos atos praticados pelo réu enquanto presidente”. Entretanto o juiz não aceitou os contra-argumentos da defesa de Wagner.

Entenda o caso envolvendo o ex presidente do Cruzeiro
O Cruzeiro acionou a justiça alegando que o ex presidente do clube, Wagner Pires, contratou no dia 10 de junho de 2019 para defendê-lo no inquérito policial que o indiciou junto com Itair Machado, Sérgio Nonato e mais quatro empresários. Wagner, segundo o clube, acertou compromisso de pagar R$ 150 mil. Os valores foram transferidos pela conta da Raposa.
A defesa da raposa afirma que os pagamentos foram feitos da seguinte forma: a primeira no valor de R$ 50 mil (em 10 de julho de 2019), R$ 45.350 (em 16 de julho) e R$ 45.350 (em 18 de setembro).
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