Segundo o jornalista Diogo Dantas, de O Globo, a diretoria do Cruzeiro adotou postura de proteção ao técnico Tite em meio à sequência negativa. Internamente, houve mobilização para promover uma “blindagem” e “fechar o vestiário”, com o objetivo de reduzir impactos da pressão externa.

O treinador foi acolhido nos bastidores após o retorno ao futebol, em um momento descrito como sensível. A cúpula celeste demonstrou solidariedade, manteve respaldo ao trabalho em andamento e afastou, neste momento, qualquer discussão sobre demissão.

Os números, porém, refletem um início delicado. No Cabuloso, Tite igualou o pior começo de sua carreira por clubes no século 21, com três vitórias e cinco derrotas em oito partidas disputadas.
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