O Cruzeiro registrou um dado impressionante nas últimas duas partidas: foram 32 escanteios cobrados. O número reforça o volume de jogo e a pressão ofensiva da equipe de Leonardo Jardim, mas também expõe uma deficiência: o baixo aproveitamento nas bolas paradas.

Apesar do alto número de cobranças, os gols em jogadas de escanteio seguem escassos. O cenário levanta uma reflexão: com melhor execução nas bolas paradas, a Raposa poderia decidir mais partidas e transformar o domínio em campo em vitórias no placar.

A atenção ao fundamento pode ser crucial para os próximos desafios, principalmente diante de jogos mais equilibrados. A bola parada, se bem trabalhada, pode decidir partidas mais duras, como clássico diante do Atlético, em que o Cabuloso dominou mas não conseguiu vencer.

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