No domingo, o Internacional recebe o Cruzeiro, às 18h30, no Beira-Rio, pelo Brasileirão. Mais uma vez, o técnico Roger Machado tem pouco tempo de preparação, mas se baseia em critérios para definir o time ideal em cada jogo.
Durante a temporada, Roger teve de fazer escolhas em todos os setores, em diferentes momentos. Logo no começo, o treinador optou pelo jovem Victor Gabriel como parceiro de Vitão na zaga. No meio, a indefinição de Thiago Maia resultou na titularidade de Bruno Henrique.

Mais à frente, as opções de ataque eram diversas: Wesley, os recém-chegados Vitinho e Carbonero e Wanderson, ainda disponível no início do ano. Recentemente, o gol virou pauta novamente, com o retorno de Rochet (antes de nova lesão) no lugar de Anthoni.
Agora, a questão envolve Borré e Valencia. O colombiano é o titular de Roger, mas a boa fase do equatoriano o credencia a ser o centroavante titular. O comandante colorado compreende um de seus pilares, o momento, em relação ao camisa 13. Mas é preciso saber gerir.
Nos dois últimos jogos, o técnico optou por praticamente o mesmo time, apenas com a mudança no gol por conta da lesão de Rochet. Em relação às finais do Gauchão, Wesley e Borré voltaram à equipe. Os dois tiveram problemas físicos recentes, mas estavam à disposição nos Gre-Nais. Só que Carbonero e Valencia foram mantidos em privilégio ao momento de ambos.

Roger deu indícios de que os atacantes podem retomar titularidade em breve. Isso, conforme os conceitos do treinador, vai pelo momento e também estratégia, seja para o próximo jogo, contra o Cruzeiro, ou algum compromisso posterior. Além, claro, da gerência do elenco.
O próprio Valencia, por exemplo, passou pelo processo no ano passado. O centroavante vivia má fase e foi para o banco de reservas. No plano de Roger, o equatoriano virou opção para o decorrer das partidas. Mas certamente precisou gerir o tema nos bastidores.
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