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De malas prontas para a Atalanta, jogador formado na base renderá BOLADA ao Cruzeiro

O Cruzeiro é conhecido por sempre revelar grandes jogadores para o futebol mundial vindo de suas categorias de base. Diante disso, um cria da Toca pode render ao Cruzeiro um bom dinheiro.

Isso porque o volante Ederson, que deixou o clube após o rebaixamento está de malas prontas para defender a Atalanta, da Itália. O jogador que passou pelo Fortaleza no ano passado já vinha sendo sondado por diversos clubes da Europa.

O time celeste, por meio do mecanismo de solidariedade, visto que é o clube formador de Éderson, tem direito a 0,79% do valor. Sendo assim, caso o negócio seja confirmado, o Cruzeiro receberá cerca de R$ 650 mil.

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Foto: Bruno Haddad/Cruzeiro

Éderson estreou pela Raposa em 2018, se destacou em 2019 e deixou o time em fevereiro de 2020, logo após o rebaixamento. Em meio às saídas de jogadores, por causa da crise financeira, o volante rescindiu o seu contrato com o Cruzeiro e assinou com o Corinthians. Na oportunidade, o atleta se desligou da equipe celeste e retirou a ação contra o clube na Justiça do Trabalho.

Pelo profissional do Cruzeiro, Ederson disputou 27 partidas, marcou dois gols e foi um dos poucos destaques daquela equipe rebaixada para a segunda divisão em 2019.

No Corinthians o jogador se destacou e foi vendido para a Salernitana-ITA, equipe que possui seus direitos econômicos. Pelo clube italiano, foram 15 partidas, marcou dois gols e deu uma assistência.

Ariel Cabral não se cala e expõe bastidores do áudio vazado de Thiago Neves em 2019 no Cruzeiro

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Assuntos sobre o rebaixamento do Cruzeiro voltam a ficar em destaque no mundo da bola muitas vezes. Em entrevista ao Superesportes nesta semana, Ariel Cabral comentou sobre diversos assuntos.

Entre eles estava a situação envolvendo o meia Thiago Neves, que teve áudio vazado na reta final do Brasileirão de 2019 no qual cobra Zezé Perrela o pagamento de salários atrasados. Ariel comentou sobre como o elenco ficou após aquela situação.

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Nessa época estávamos no clube, na parte da palestra, todo mundo. As pessoas envolvidas conversaram sobre a questão. Perguntamos para os companheiros, o que aconteceu? Foi você que falou isso aqui? ‘Não, não fui eu’, outra pessoa também falou que não foi, então ficou essa loucura.

Ariel Cabral

Ariel Cabral ainda completou afirmando que os dirigentes foram muito culpados por aquela situação do clube, Segundo ele, não conseguiram manter o grupo fechado contra problemas externos.

Mas não tínhamos tempo de analisar, nesse momento, essas coisas. Tínhamos que jogar outros jogos, outras coisas. Acho que o grupo ficou muito chateado pela situação. Coisas que, nesse tempo, as pessoas que comandavam não conseguiram fazer o grupo ficar fechado, junto. E quando isso não acontece, fica muito difícil

Ariel Cabral