O Cruzeiro vem de um empate diante do Brusque fora de casa pela Série B, neste sábado. Em partida apagada da equipe, a raposa quase foi derrotada no fim da partida, mas o VAR anulou o gol do Brusque.
O duelo também ficou marcado pela estreia do meia Chay, com a camisa do Cruzeiro. Acionado por Paulo Pezzolano no intervalo, o meia tentou dar volume de jogo para a equipe, na visão do técnico do Cruzeiro.
Foi muito bom, muito bom. Chay vai nos dar muito com a bola. Tem qualidade com bola, tem passe para gol, foi o que fez na última jogada quando quis tocar para o Bruno na segunda trave. Então, ele vai dar muito para a equipe. Vai conseguindo a intensidade que queremos, entendendo o que nós queremos, e vai fazer muito bem.
Paulo Pezzolano

O técnico do Cruzeiro ainda valorizou o empate fora de casa. Segundo ele, por ser o líder isolado, as equipes chegarão com mais vontade para jogar diante do Cruzeiro.
Hoje, o Cruzeiro é o primeiro, com uma vantagem grande. Então, todos os rivais vão chegar com essa marcação, com a faca entre os dentes, com tudo, porque querem vencer o Cruzeiro. Temos que saber jogar com essas equipes. Somamos um ponto, é seguir pensando no próximo jogo.
Paulo Pezzolano
O Cruzeiro volta as atenções para a Tombense. Paulo Pezzolano terá a semana inteira para preparar a equipe celeste, já que o duelo pela Série B será no próximo sábado, ás 19h no Mineirão.
JUSTIÇA! Herdeiros de ex-diretor entram na justiça contra o Cruzeiro e cobram quantia MILIONÁRIA
O Cruzeiro vem tendo uma boa gestão desde a chegada de Ronaldo fenômeno e seus gestores ao clube. Mesmo assim, o clube ainda convive com ações na justiça cobrando dívidas das gestões anteriores.
Herdeiros/sucessores (viúva e três filhos) do ex-supervisor do Cruzeiro, Benecy Queiroz (falecido em 24 de janeiro deste ano), acionaram o clube mineiro e a SAF de Ronaldo Fenômeno na Justiça do Trabalho, nesta semana. Foi dada à causa, distribuída à 34ª Vara do Trabalho, o valor de R$ 2.989.609, sendo que R$ 1,05 milhão são cobranças por hora extra.
Na ação, a defesa de Benecy e sua família afirmam que Benecy Queiroz foi um “abnegado colaborador da área esportiva, nacionalmente conhecido, que simplesmente dedicou praticamente toda sua vida ao Cruzeiro, tendo prestado serviços regularmente” em três oportunidades: entre 04/09/1972 e 05/04/1978, a segunda entre 08/01/1980 e 14/12/1983, e, a terceira, de 05/07/1990 a 24/01/2022.

Ainda na ação, cobram horas extras não pagas a Benecy afirmando que o profissional trabalhou de “segunda a domingo na jornada compreendida entre 07:00hs às 20:00hs, sem usufruto regular do intervalo intrajornada”. E que, até março de 2020, nos dias de jogos do clube que ocorriam parcialmente ou integralmente fora do horário informado, ainda extrapolava a jornada indicada em três horas, contabilizadas após o término de cada partida.
A defesa ainda afirma que após o falecimento de Benecy, em 24 de janeiro deste ano, o clube não acertou as verbas rescisórias, nem formalizou a rescisão contratual. Segundo a petição, o ex-supervisor recebia R$ 26 mil como último salário, mas teve reduções em seus vencimentos ao longo do tempo, o que é inconstitucional de acordo com a defesa.
Na ação, a família de Benecy Queiroz também cobra R$ 20 mil de danos morais. Isso, porque, segundo a defesa, não houve o acerto das verbas rescisórias.
A cobrança é ainda feita em cima de horas extras, remuneração por domingos trabalhados, por intervalo interjornadas não cumpridos, férias e 13º salário. Ainda não houve manifestação da Justiça.
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