Em entrevista para o jornal Estado de Minas, o advogado Bruno Volpini, que está encarregado em cuidar sobre a transição do Cruzeiro para clube-empresa, falou que se não fosse com o auxílio financeiro de Pedro Lourenço, a Raposa teria fechado as portas.
“Se não fosse o Pedro Lourenço, o clube já teria fechado as portas. É ele quem paga os salários dos jogadores, do técnico, e ajuda no que pode. Mas, é claro, ele tem suas limitações, não é como no Atlético que tem um bilionário bancando”, diz.
Logo depois, o advogado sobre o assunto: “Eu faço um trabalho com o profissional, mas, além disso, como torcedor do clube, olho com o coração e o sentimento. É muito riste perceber a situação em que o clube está. Se não houver a transformação em empresa, não há solução.”, completou.
Por fim, o advogado concluiu sua resposta: “Estamos trabalhando. O torcedor pensa que estamos parados. De jeito nenhum. Porém, dependemos dessa derrubada do veto, e hoje está na pauta do Congresso”, concluiu.
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