O Cruzeiro vem fazendo uma boa temporada, praticamente com a vaga garantida para a Série B e com grandes chances de título da competição. Muito desse momento é devido as contratações feitas para esta temporada.
Diante disso, um jogador que chegou a ser titular no começo da temporada, pode estar de volta a equipe. Isso porque o meia João Paulo voltou a treinar com bola após se recuperar de lesão.
Cerca de quatro meses após realizar cirurgia para a correção de uma lesão muscular na região posterior da coxa direita, o meia João Paulo, do Cruzeiro, iniciou transição para a preparação física na Toca da Raposa II.

João Paulo atuou pela última vez diante da Tombense, na terceira rodada do Campeonato Brasileiro. O jogador inclusive só atuou nesta partida pela competição nacional.
O clube divulgou nas redes sociais que trata a situação de João Paulo com bastante cautela, tendo em vista que foi uma lesão delicada e com isso, o retorno do jogador será gradativo.
Como o nosso meio-campista passou por um longo período de tratamento, após a cirurgia em grave lesão na coxa direita, o processo será ainda mais cuidadoso, respeitando todos os critérios e tempo necessários para o retorno aos treinamentos com o elenco.
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O Cruzeiro segue tendo problemas com funcionários que passaram pelo clube nos últimos anos. Desta vez, um diretor de futebol e um ex jogador do clube entraram na justiça.
Lucas França, goleiro que atualmente defende o Nacional-POR e o ex-diretor de futebol Rodrigo Pastana cobram o clube por valores em aberto. No caso de Lucas França, a SAF é mencionada.

Lucas França cobra três parcelas de R$ 19.148,91 relativos a direitos de imagem. Além disso, são cobrados juros, correção monetária e honorários advocatícios. No total, a ação do ex goleiro do Cruzeiro tem o valor de R$ 58.528,23. Os advogados do jogador pedem que a dívida seja acertada em 15 dias, “sob pena de acréscimo ao débito”.
Já Rodrigo Pastana cobra valores relativos à multa rescisória de sua saída do clube. De acordo com a defesa de Pastana, o Cruzeiro não pagou nada dos R$ 128 mil acordados na data da rescisão.

A defesa do diretor havia colocado o prazo de até 31 de dezembro do ano passado. Com as correções monetárias e juros, o valor atualizado é de R$ 142.097,52. Na ação, os advogados ainda pedem penhora em caso de não pagamento do valor.
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