O Cruzeiro possui uma longa lista de astros do futebol que defenderam o clube. Alguns ex jogadores, mesmo não jogando no Cruzeiro, levam jovens jogadores ao clube para conhecer a Toca da Raposa.
Diante disso, o afilhado de um grande craque chegou ao Cruzeiro para realizar testes. Trata-se de Geovani Júnior de 16 anos, afilhado de Adriano Imperador e sobrinho de Paulinho, ex-Fluminense.
A diretoria celeste conversa com o pai e o empresário do menino de 16 anos, que passará por um período de avaliações na Toca da Raposa I, em Belo Horizonte, nos próximos dias.

Geovani atua como volante e tem o sonho de se tornar jogador profissional. Ele mora na Vila Cruzeiro, no complexo da Penha, na Zona Norte do Rio de Janeiro, e tenta seguir os passos do padrinho Adriano, que também foi criado na comunidade antes de ganhar o mundo jogando futebol.
O jovem iniciou seu desenvolvimento nas categorias de base do América-RJ e acumulou passagens por Vasco e Portuguesa-RJ. Com bom destaque nesses clubes, Geovani chamou a atenção do Cruzeiro.
O ex-atacante da Seleção Brasileira publicou uma mensagem no Instagram desejando sorte e sucesso na carreira do jovem jogador. “Deus te abençoe. Muita sorte na tua caminhada. Tamo junto”.
Cruzeiro vai à corte da CBF pra cobrar indenização de clube da Série A por saída de jogador; confira!

O Cruzeiro já notificiou o Athletico-PR que vai ao tribunal da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) para reivindicar a saída do atacante Vítor Roque. A alegação do clube celeste é de que foi ignorado um direito de preferência de renovação do contrato da Raposa com o jogador. Entretanto, não dá pra saber exatamente o valor pedido.

SAÍDADO CRUZEIRO
Vítor Roque optou por deixar a raposa em abril ao aceitar a proposta do Furacão, com 17 anos. Mas houve troca de acusações entre a diretoria do clube mineiro, dirigentes do Athletico e o empresário André Cury. Assim, a Justiça do Trabalho estabeleceu que o time paranaense só precisava pagar a multa rescisória de R$ 24 milhões, baseada no seu salário. Em suma, o valor foi dividido entre o Cruzeiro (50%), América-MG (35%) e o jogador (15%).
No entanto, o Cruzeiro não aceitou esse valor, após alegar que já havia formalizado uma proposta de renovação de contrato com o jogador por um salário superior, usando assim, um mecanismo previsto na Lei Pelé, no artigo 29, que afirma que o clube formador do jogador tem preferência de renovação do primeiro contrato do atleta, desde que iguale a proposta de terceiros.
Assim, para o Cruzeiro, o clube cumpriu todos os trâmites legais ao fazer uma proposta de renovação antes de 45 dias do final do contrato de Roque. A Raposa ainda alega não ter recebido nenhuma proposta do jogador. Visto que, pelos termos do artigo 29, o clube (Athletico) que quiser contratar um atleta precisa informar sua proposta salarial para a agremiação formadora do jogador (Cruzeiro). Pois assim, a entidade formadora teria a chance de igualar os valores.
Em caso contrário, a Lei Pelé afirma que o clube contratante terá de pagar uma multa no valor de 200 vezes sobre o salário mensal proposto plea agremiação formadora do atleta. No entanto, não foi possível saber a proposta salarial do Cruzeiro a Vitor Roque, mas é certo que o valor da indenização seria maior do que os R$ 24 milhões pagos pelo Athletico.
Por fim, a ação da Raposa correrá no CNRD (Câmara Nacional de Resolução de Disputas), com o objetivo de demonstrar que o Athletico supostamente burlou o direito de preferência do clube celeste e, por isso, deve uma indenização maior pela saída de Vitor Roque da Toca da Raposa.
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