O Cruzeiro avançou nas negociações para contratar o lateral brasileiro Wesley Gasolina, que pertence a Juventus, da Itália. Ele tem 22 anos e estava emprestado ao Sion, da Suíça e jogou junto com Marquinhos Cipriano.
O jogador tem contrato com a Juventus até o fim de 2023, e o clube italiano vê como positiva a possibilidade de liberação para o Cruzeiro.
Seria um acordo sem investimento do clube mineiro, mas com divisão dos direitos econômicos para que a Juventus possa ter, no futuro, o retorno ao menos de parte do valor investido para contrata-lo ao Hellas Verona (cerca 1,5 milhão de euros).
Já a negociação pelo atacante Lincoln está em estágio inicial. O jogador está Vissel Kobe, do Japão, desde o ano passado, mas tem interesse em voltar ao Brasil.
Entretanto o que pode travar a negociação é o molde do contrato. Isso porque ele tem contrato no Japão até janeiro de 2024, e um empréstimo seria mais complicado, já que o clube japonês deseja receber algo pelo jogador.
JUSTIÇA! Herdeiros de ex-diretor entram na justiça contra o Cruzeiro e cobram quantia MILIONÁRIA

O Cruzeiro vem tendo uma boa gestão desde a chegada de Ronaldo fenômeno e seus gestores ao clube. Mesmo assim, o clube ainda convive com ações na justiça cobrando dívidas das gestões anteriores.
Herdeiros/sucessores (viúva e três filhos) do ex-supervisor do Cruzeiro, Benecy Queiroz (falecido em 24 de janeiro deste ano), acionaram o clube mineiro e a SAF de Ronaldo Fenômeno na Justiça do Trabalho, nesta semana. Foi dada à causa, distribuída à 34ª Vara do Trabalho, o valor de R$ 2.989.609, sendo que R$ 1,05 milhão são cobranças por hora extra.
Na ação, a defesa de Benecy e sua família afirmam que Benecy Queiroz foi um “abnegado colaborador da área esportiva, nacionalmente conhecido, que simplesmente dedicou praticamente toda sua vida ao Cruzeiro, tendo prestado serviços regularmente” em três oportunidades: entre 04/09/1972 e 05/04/1978, a segunda entre 08/01/1980 e 14/12/1983, e, a terceira, de 05/07/1990 a 24/01/2022.

Ainda na ação, cobram horas extras não pagas a Benecy afirmando que o profissional trabalhou de “segunda a domingo na jornada compreendida entre 07:00hs às 20:00hs, sem usufruto regular do intervalo intrajornada”. E que, até março de 2020, nos dias de jogos do clube que ocorriam parcialmente ou integralmente fora do horário informado, ainda extrapolava a jornada indicada em três horas, contabilizadas após o término de cada partida.
A defesa ainda afirma que após o falecimento de Benecy, em 24 de janeiro deste ano, o clube não acertou as verbas rescisórias, nem formalizou a rescisão contratual. Segundo a petição, o ex-supervisor recebia R$ 26 mil como último salário, mas teve reduções em seus vencimentos ao longo do tempo, o que é inconstitucional de acordo com a defesa.
Na ação, a família de Benecy Queiroz também cobra R$ 20 mil de danos morais. Isso, porque, segundo a defesa, não houve o acerto das verbas rescisórias.
A cobrança é ainda feita em cima de horas extras, remuneração por domingos trabalhados, por intervalo interjornadas não cumpridos, férias e 13º salário. Ainda não houve manifestação da Justiça.
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