O Cruzeiro vive momento de mudanças nas últimas semanas. O clube começou dezembro correndo atrás de se reforçar para a próxima temporada, trazendo 9 reforços.
Entretanto as coisa mudaram na última semana após a primeira avaliação do comitê de transição escolhido por Ronaldo. Pelo que tudo indica, o Cruzeiro irá cortar drasticamente os custos com o futebol.
Mas antes disso o Cruzeiro meteu a mão no caixa para fechar duas negociações. A raposa já efetuou o pagamento de R$ 600 mil pelo atacante Edu, do Brusque, além de R$ 350 mil referentes à primeira parcela da aquisição de 50% do passe de Vitor Leque, do Atlético-GO, em um negócio fechado em R$ 700 mil.
Os vínculos podem ser revistos pela empresa de Ronaldo, que, segundo a ESPN, pretende reduzir em dois terços a folha salarial atual do Cruzeiro. Ou seja, é possível que a SAF proponha aos reforços um vencimento inferior ao que foi acertado inicialmente. O grupo pretende apresentar comunicados semanais a torcedores e imprensa para explicar que o corte inicial será fundamental no investimento milionário em médio prazo. Vale lembrar que isso é para todos os reforços, não só para Edu e Vitor Leque.
A raposa ainda terá que pagar cerca de R$ 20 milhões em dividas na Fifa. Essas dívidas geraram o Transfer Ban, punição que impede o Cruzeiro de registrar novos jogadores. A gestão de Ronaldo já colocou como prioridade o pagamento desta dívida o mais rápido possível.
Corte de gastos no Cruzeiro

Os gestores escohidos por Ronaldo para comandar a transição do Cruzeiro para Cruzeiro Saf identificaram a necessidade de fazer cortes bruscos no futebol da raposa.
Os contratos renovados, as contratações, e os vínculos de toda comissão técnica estão sendo revistos e podem ser alterados e negociados.
A expectativa é que o Cruzeiro tenha a menor folha salarial do time desde que caiu para a segunda divisão, em 2019. O Cruzeiro terá que buscar o acesso gastando menos do que nos últimos anos em que não conseguiu subir.
Segundo informações divulgadas pelo GE e confirmada pela nossa reportagem, um dos fatores que contribuiram para o clube desistir de ter Alexandre Mattos como diretor de futebol foi a parte financeira.
O dirigente tinha salário acima do teto de gastos previsto para a nova gestão e não houve nenhuma tentativa de negociação com ele em relação a valores de remuneração. A atual gestão não pretende um aporte grande para o nome escolhido para a função, que tem como principal alvo Alexandre Pássaro.
Vale lembrar que Luxemburgo também não tem futuro definido. Segundo informações, o treinador só ficará ni clube caso aceite reduzir seu salário, caso contrário, a raposa deve buscar outra opção que esteja dentro do plano financeiro do clube.
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