Artur Jorge explica substituições na eliminação do Cruzeiro na Copa do Brasil

O treinador tentou explicar as mudanças polêmicas na eliminação do Cruzeiro.

Por Cristiano Santos · 3 min de leitura
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Cruzeiro
Foto: Gustavo Aleixo
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Após a derrota do Cruzeiro por 2 a 1 para o Atlético-MG, nesta terça-feira (1), na Arena, o técnico Artur Jorge explicou as substituições feitas no time durante o segundo tempo do clássico. O resultado eliminou a equipe celeste nas quartas de final da Copa do Brasil.

O que motivou a tripla substituição do Cruzeiro?

Aos 15 minutos da etapa final, quando o Cruzeiro vencia por 1 a 0, Villalba foi expulso e deixou a equipe celeste com um jogador a menos. Na sequência do lance, Artur Jorge promoveu três mudanças de uma só vez e retirou Matheus Pereira, Gerson e Kaio Jorge, três dos principais jogadores do time. Entraram: Matheus Henrique, Rojas e Néiser.

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Foto: Gustavo Aleixo

“Quando nós sofremos essa expulsão, nós ficámos com uma substituição para fazer. Faltavam 30 minutos para o final do jogo. Tivemos um pedido do Gerson para sair, que estava a sentir desconforto e pediu para sair. Portanto, nós tínhamos que agir imediatamente naquele momento”, explicou o treinador.

Qual foi a estratégia adotada para reorganizar a equipe?

O técnico português detalhou a lógica tática por trás da reformulação do time após a expulsão. “A ideia foi trocarmos um lateral, que precisávamos ter um lateral-esquerdo, trocar diretamente a posição do Gerson pelo Matheusinho e podermos ter o Kenji que nos fizesse o corredor do lado esquerdo, sendo que era um jogador que iria fechar a equipe numa linha de cinco quando o adversário estivesse mais próximo da nossa grande área, mantendo três homens capazes daquilo que era o que o jogo nos ia proporcionar a nós, que era transições rápidas, ter homens na frente rápidos para conseguir ganhar as costas da defesa contrária, continuar a ter ou tentar ter verticalidade através destes três homens”, comentou Artur Jorge.

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Foto: Gustavo Aleixo

O treinador completou explicando a formação final buscada em campo. “E podermos, dessa forma, olhar para a equipe num 5-3-1 se quiséssemos, mas que se desdobrasse de forma a poder manter três homens na frente, ficando dois médios. E essa, tendo aquilo que era também o momento atual de termos uma substituição, tínhamos tomado decisões em função daquilo que eram os 30 minutos de jogo que tínhamos para tentar manter a equipe viva no jogo.”

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